quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
O que somos hoje
“e o que seremos amanhã depende de nossos pensamentos. Se procedo mal, sofro as consequência, se procedo bem, eu mesmo me purifico.”
Shakyamuni.
Tudo é mutavel
“Tudo é mutável, tudo aparece e desaparece; só pode haver a bem-aventurada paz quando se puder escapar da agonia da vida e da morte.”
Shakyamuni.
Viver um bom dia
“Vale a pena cumprir bem e sem erros o dever diário; não procure evitá-lo ou adiá-lo para amanhã. Fazendo logo o que hoje deve ser feito, pode - se viver um bom dia.”
Shakyamuni
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Mente quieta
Eu não sei se você notou que há compreensão quando a mente está muito quieta, mesmo por um segundo; há o lampejo da compreensão quando a verbalização do pensamento não existe. Apenas experimente isto e verá por si mesmo que você tem o lampejo da compreensão, essa extraordinária rapidez do insight, quando a mente está muito imóvel, quando o pensamento está ausente, quando a mente não está oprimida por seu próprio ruído. Então, a compreensão de qualquer coisa - de um quadro moderno, de uma criança, de sua esposa, seu vizinho, ou a compreensão da verdade, que está em todas as coisas - só pode chegar quando a mente está muito imóvel. Mas tal imobilidade não pode ser cultivada porque se você cultiva uma mente imóvel, não é uma mente imóvel, é uma mente morta. Quanto mais você está interessado em alguma coisa, quanto mais sua intenção de compreender, mais simples, clara, livre está a mente. Então a verbalização cessa. Afinal, pensamento é palavra, e é a palavra que interfere. É a tela das palavras, que é memória, que intervém entre o desafio e a resposta. É a palavra que está respondendo ao desafio, o que chamamos de intelecção. Então, a mente que fica tagarelando, que fica verbalizando, não pode compreender a verdade - verdade na relação, não uma verdade abstrata. Não existe verdade abstrata. Mas a verdade é muito sutil. Como um ladrão na noite, ela chega obscuramente, não quando você está preparado para recebê-la.
The Book of Life
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Ano Novo Chinês
O Ano Novo Chinês em 2014 é comemorado na sexta-feira 31 de janeiro, marcando o início do Ano do Cavalo no zodíaco chinês.
De acordo com o tradicional calendário lunar chinês, o primeiro dia do ano lunar chinês pode cair entre o final de janeiro e meados de fevereiro. Este é também o festival mais importante para o povo chinês.
O calendário lunar chinês incorpora tanto o ciclo lunar como a posição do Sol. Segundo a lenda, o calendário remonta a 2.600 a.C., quando o mítico Imperador Amarelo começou o primeiro ciclo do zodíaco chinês e nomeou um animal para representar cada ano no ciclo de 12 anos.
Os 12 signos animais são: rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão e porco.
Características do Ano do Cavalo
Se você nasceu em 1918, 1930, 1942, 1954, 1966, 1978, 1990, 2002 ou 2014, você nasceu sob o signo do cavalo.
O cavalo é um dos animais favoritos do povo chinês e se tornou intimamente ligado à vida das pessoas. Ele forneceu um modo rápido e útil de transporte antes da invenção dos veículos motorizados.
Uma das maneiras que o cavalo serve os seres humanos é ajudando às pessoas a alcançar seu destino. Portanto, o cavalo não é apenas um símbolo da viagem, mas também um sinal de sucesso mais rápido.
O cavalo é o sétimo entre os 12 animais do zodíaco chinês. Pessoas nascidas no ano do cavalo são muito animadas, ativas e enérgicas. Elas são normalmente elegantes, independentes, gentis e trabalhadoras.
Sua característica mais marcante é a sua forte autoconfiança. Assim, o Ano do Cavalo é um tempo para todas as pessoas avançarem com confiança em direção a seus objetivos e sonhos, assim como o cavalo que galopa em velocidade para seu destino.
Tradições de Ano Novo
O Ano Novo Chinês, também chamado de Festival da Primavera, é a mais importante das festas tradicionais chinesas. A celebração dura geralmente 15 dias, a partir do Dia de Ano Novo até o Festival das Lanternas, que é no 15º dia do primeiro mês do calendário lunar chinês.
Há muitas tradições e costumes associados ao Ano Novo Chinês. Famílias limpam completamente suas casas, põem as coisas em ordem, e assim repelem qualquer má sorte, para abrir caminho para a boa fortuna. Janelas e portas são decorados com recortes de papel vermelho delicados e dísticos poéticos – pares de linhas de poesia que expressam a alegria das pessoas e a esperança pelo novo ano que se inicia.
Fogos de artifício, bombinhas, envelopes vermelhos, dança do leão, dança do dragão e lanternas com enigmas são outros costumes e tradições comumente observados no período do Ano Novo Chinês.
Primordial nesse período, as famílias se reúnem para um grande jantar e reunião familiar na véspera de Ano Novo, e os chineses também visitam parentes, vizinhos e amigos como parte da celebração do Ano Novo.
Os desejos de Ano Novo
A chegada do Ano do Cavalo é um momento para reconciliar as diferenças, abandonar e superar os rancores, e desejar sinceramente saúde, paz e felicidade a todos. Aqui estão alguns dos votos mais populares de Ano Novo:
Boa sorte/Auspicioso Ano do Cavalo! (馬年吉祥, mǎ nián jí xiáng)
Sucesso imediato quando o cavalo chegar! (馬到成功, mǎ dào chéng gōng)
Assuma a liderança no Ano do Cavalo! (一馬當先, yī mǎ dāng xiān)
Paz e boa saúde no Ano do Cavalo! (馬年安康, mǎ nián ān kāng)
domingo, 5 de janeiro de 2014
Encontrando sua própria voz
Se você escolher de acordo com sua própria inclinação, de acordo com sua própria intuição... (a voz interior) é muito forte nas crianças, mas aos poucos, lentamente enfraquece. As vozes dos pais e dos professores, da sociedade e dos padres, vão se fortalecendo. Agora se você quiser descobrir qual é sua voz, você terá que passar através da multidão de ruídos.
Basta olhar dentro: de quem é essa voz? Às vezes é o seu pai, às vezes é sua mãe, às vezes é seu avô, às vezes é o seu professor; e essas vozes são todas diferentes. Apenas uma coisa você não será capaz de encontrar facilmente – sua própria voz. Ela tem sido sempre reprimida. Foi dito a você para escutar os mais velhos, para escutar os padres, para escutar os professores. Nunca lhe foi dito para escutar seu próprio coração.
Você está carregando sua própria pequena voz, suave, não ouvida, e no meio da multidão de vozes que foram impostas sobre você, é quase impossível encontrá-la. Primeiro você terá que se livrar de todos esses ruídos, alcançar uma certa qualidade de silêncio, paz, serenidade. Só então isso virá, como uma surpresa, que você também possui sua própria voz. Ela sempre esteve aí como uma corrente subterrânea.
A menos que você tenha encontrado sua própria tendência, sua vida vai ser uma longa, longa tragédia, do berço ao túmulo. As únicas pessoas que foram felizes no mundo são aquelas que viveram de acordo com sua própria intuição e se rebelaram contra qualquer esforço feito pelos outros para impor as idéias deles. Quão valiosas essas idéias possam ser, elas são inúteis porque não são suas. A única idéia significante é aquela que surge de você, cresce em você, floresce em você.
Primeiro Passo: Quem está falando, por favor?
O que quer que você esteja fazendo, pensando, decidindo, pergunte a si mesmo: isso está vindo de mim ou é outra pessoa falando?
Você ficará surpreso quando você encontrar a verdadeira voz. Talvez seja sua mãe; você irá ouví-la falar novamente. Talvez seja seu pai; não é absolutamente difícil de detectar. Isso permanece lá gravado em você exatamente como lhe foi dado pela primeira vez – o conselho, a ordem, a disciplina, ou o mandamento. Você pode encontrar muitas pessoas: os sacerdotes, os professores, os vizinhos e os parentes.
Não há nenhuma necessidade de lutar. Basta saber que essa não é sua voz, mas a de outra pessoa – quem quer que esse outro alguém seja – você sabe que você não irá segui-lo. Sejam quais forem as conseqüências – boas ou ruins – agora você está decidindo mover-se por si mesmo, você está decidindo ser maduro. Você tem permanecido por demais uma criança. Você permaneceu por demais dependente. Você deu ouvidos a todas essas vozes e as seguiu bastante. E para onde elas lhe trouxeram? Para uma confusão.
Segundo Passo: Obrigado... e Adeus!
Uma vez que você identifica de quem é essa voz, agradeça a pessoa, peça para ser deixado só e diga adeus a ela.
A pessoa que lhe deu a voz não era seu inimigo. A intenção dela não era ruim, mas isso não é uma questão de intenção. A questão é que ela impôs algo sobre você que não está vindo de sua fonte interior; e qualquer coisa que proceda do exterior lhe torna um escravo psicológico.
Uma vez que você disse claramente a uma certa voz, ‘Deixe-me em paz’. Sua conexão com ela, sua identidade com ela, é quebrada. Isso foi capaz de lhe controlar porque você estava pensando que era sua voz. Toda a estratégia era a identidade. Agora você sabe que isso não é seus pensamentos, nem sua voz; isso é algo estranho a sua natureza. Reconhecer isso é suficiente. Livre-se das vozes que estão dentro de você e logo você ficará surpreso de ouvir uma pequena voz suave, a qual você nunca tinha ouvido antes... então um súbito reconhecimento de que essa é sua voz.
Ela sempre esteve aí, mas ela é muito suave, uma pequena voz porque ela estava reprimida desde quando você era uma criança muito pequena, e a voz era muito débil, apenas um botão, e estava coberta com todo tipo de asneiras e você esqueceu da planta que sua vida é, a qual ainda está viva, esperando que você a descubra. Descubra sua voz e então siga-a sem nenhum medo.
Quando isso acontece, aí está a meta da sua vida, aí está seu destino. É só aí que você irá encontrar realização, contentamento. É só aí que você irá florescer – e nesse florescimento, o saber acontece.
Osho, em "From Ignorance to Innocence"
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Ditadura do gene
Após o descobrimento do DNA, alguns pensadores começaram a desenvolver a seguinte questão :
Na teoria de Darwin, da evolução das espécies, só os mais adaptados é que sobrevivem.
Somos na verdade uma expressão dominante ?, ou seja o homo sapiens sapiens é o tôpo da ou na escala evolucionista ?
Pensando a respeito - somos o topo ou somos "escravos genéticos", tipo Matrix o filme, são os nossos interesses como "inteligência" que comandam os nossos destinos no planeta?, ou são os gens que na sua própria evolução trabalham para sua perpetuação, não como espécie especifica, mas, como portadores da vida, e, manifestam-se nas espécies como bem entendem ou seja comandam as várias espécies, vegetal, animal e ate mineral, dando o verdadeiro "sentido", se é que podemos falar assim da vida no universo, da existência, ou seja a vida no universo é impessoal, não há relevância no universo, os "problemas da vida", enquanto pessoa, sejam elas mineral, vegetal ou animal, não são parte do desenvolvimento do gene, para ele o que vale é sua própria experiência, e seguem desenvolvendo as mesmas para melhorar sua própria condição de existência, e, em assim sendo o "homem sapiens sapiens é apenas mais uma de suas experiências", portanto são os Ditadores da vida, ( os que ditam a vida, tal como a conhecemos), e essa evolução dos genes não teve inicio como gene, e não terá fim, as espécies palco dessa experiência sim terão fim no tempo, mas não no espaço, pois o tempo inexiste para o gene, é apenas uma ilusão que foi criada para a percepção das espécies, o espaço este poderíamos dizer que sim é infinito, pois é o grande palco do universo, e essa já é uma outra parte do processo e da conversa.
Pensando um pouco mais :-
Percebemos que o próprio gene, que sabemos, até agora, possui xxxxx partes que unindo-se criam outras partes etc., mas, se pegarmos uma dessas partes possivelmente iremos perceber que também está dividida em outras xxxxxx partes, e, nesse caso o gene que conhecemos seria"escravo" dessa outra situação, ou seja de cada uma de suas partes, que também estaria desenvolvendo sua experiência para sua própria "existência", e muito provavelmente se seguíssemos nessa direção descobriríamos mais divisões até chegarmos ao ooooooo, coisa que não creio que exista como coisa, e, poderíamos dar um nome dizendo que é o "anti-tempo e anti-espaço", onde tudo acontece e nada acontece, onde tudo e nada são apenas palco de experiências que transcendem a elas mesmas.
A NOSSA MATRIX. ou se preferir DEUS
Gerry Confort
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